segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Governo Federal apresenta terceira fase do Minha Casa, Minha Vida. Veja mudanças

Além da criação da faixa 1,5 para famílias com renda de até R$ 2.350, programa terá novas taxas de juros de financiamento e especificações diferentes para imóveis



O Governo Federal apresentou nesta quinta-feira (10) a terceira fase do programa Minha Casa, Minha Vida. A principal mudança é a criação da faixa 1,5 para famílias com renda de até R$ 2.350, que terão subsídios de até R$ 45 mil de acordo com a localidade e a renda.
Nesse grupo, o financiamento terá juros de 5% e poderá ser feito pelas modalidades SAC (Sistema de Amortização Crescente) ou Tabela Price, num prazo de até 360 meses, assim como nas faixas 2 e 3.
Veja outras alterações no MCMV:
Faixa 1
O Governo Federal propôs aumentar a renda da Faixa 1 do programa, dos atuais R$ 1.600 para R$ 1.800 por família. As prestações continuarão a ser pagas em 10 anos, sendo que, para as famílias que recebem até R$ 800, a parcela será de R$ 80; entre R$ 800 e R$ 1.200, o valor corresponderá a 10% da renda; de R$ 1.200 a R$ 1.600 pagará 15%; e de R$ 1.600 a R$ 1.800, 20%.
Já os imóveis terão novas especificações, adequadas à Norma de Desempenho da ABNT, gerando maior conforto térmico e acústico, com uso de esquadrias com sombreamento, maior espessura das paredes, lajes e acréscimo de 2m² na planta das unidades habitacionais.
Novos itens de sustentabilidade serão incorporados, como aerador de torneira, válvula de descarga com duplo acionamento, sensor de presença nas áreas comuns, bomba de água com selo Procel e sistemas alternativos ao de aquecimento solar - não obrigatório para as regiões Norte e Nordeste - com o objetivo de redução do consumo de energia.
De acordo com o governo, a Faixa 1 só terá definição sobre novas contratações após a aprovação do orçamento de 2016 pelo Congresso.
Faixa 2 e 3
As taxas de juros dentro da Faixa 2 serão atualizadas. Famílias com renda de até R$ 2.700 terão juros de 6% ao ano. As com renda de até R$ 3.600, 7%. Na Faixa 3, até R$ 6.500, os juros anuais serão de 8%. Os valores dos imóveis em todas as faixas serão atualizados, mas o Ministério das Cidades não informou os detalhes.
Em relação a essa faixas, o Ministério das Cidades se comprometeu a enviar a Medida Provisória ao Congresso em até 30 dias.
Áreas rurais
Também na modalidade do programa para áreas rurais, as faixas de renda e valores das unidades habitacionais serão atualizadas. Do Grupo 1 a renda anual passará de R$ 15.000 para R$ 17.000.
Balanço
Segundo o Ministério das Cidades, as duas primeiras fases do Minha Casa Minha Vida contrataram mais de quatro milhões de unidades habitacionais em 5.329 cidades (95% dos municípios brasileiros). Nesse período foram mais de 2,3 milhões de unidades entregues. O investimento total no programa ultrapassa R$ 270 bilhões.
Ficaram sem definições uma data para novas contratações, o valor que será investido e a quantidade de unidades que se pretende construir.
Para o vice-presidente de Habitação Popular do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Ronaldo Cury, que avaliou as propostas do governo de maneira positiva, "a sinalização de continuidade do programa é importante, especialmente com a abertura da discussão para uma melhor atualização das regras".
Fonte: PINIweb
Tiago Albuquerque

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Financiamento Imobiliário: veja o que mudou nas regras da Caixa Econômica

Em abril deste ano a Caixa Econômica Federal iniciou uma série de mudanças nas regras para financiamento de imóveis nas diferentes linhas que oferece. Ficou mais difícil financiar um novo lar pela Caixa, banco que era a primeira opção para a maioria dos consumidores. Você, corretor de imóveis, deve ter sentido o impacto nesses últimos meses devido às essas alterações, seja pela insegurança do seu cliente, seja por sua necessidade de atualização para indicar a melhor opção de financiamento para ele.
Para ajudar você a entender melhor o que mudou nas regras da Caixa e poder argumentar melhor sobre as alternativas para seus clientes, produzimos uma série de vídeos em parceria com o VivaFinanciamento, que irá trazer as principais informações sobre financiamento imobiliário que o corretor de imóveis deve saber.
No primeiro vídeo, William Gomes, Gerente do VivaFinanciamento, explica quais foram as mudanças nas regras da Caixa e tudo que você precisa estar atento sobre elas. Confira:

Fonte: VivaCorretor

Tiago Albuquerque

Minha Casa, Minha Vida: o que mudou?

Ao contrário do que se esperava esta semana em relação ao lançamento da fase 3 do programa Minha Casa, Minha Vida, o governo federal anunciou ontem apenas mudanças em suas regras, com criação da faixa intermediária e com o aumento dos juros. Houve também ampliação da faixa de renda familiar que pode participar do programa, que era antes de R$ 1600 a R$ 5000 e agora passa a ser de R$ 1800 a R$ 6500.
Para que você, corretor de imóveis, entenda quais foram as alterações, Lucas Vargas, Vice-Presidente Executivo do portalVivaReal, comenta as mudanças e seus possíveis impactos para o mercado imobiliário.

A etapa 3 do programa ainda não foi anunciada e o Ministério das Cidades, responsável pelo Minha Casa, Minha Vida, também não indicou previsão para o lançamento. É importante que os profissionais do mercado imobiliário continuem acompanhando as informações sobre o programa e também sobre o momento econômico do país, preparando seus clientes que estão pensando em comprar imóvel por meio do Minha Casa, Minha Vida para que estejam cientes das últimas modificações.

Fonte: VivaCorretor

Tiago Albuquerque


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Veja bairros que tiveram queda no preço de imóveis em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte

Boletim FipeZap aponta desvalorização de mais de 5% no valor do metro quadrado de unidades residenciais em 2015 no País


Kelly Amorim, do Portal PINIweb



A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e o portal ZAP Imóveis divulgaram na última terça-feira (1º) o segundo Boletim FipeZap, que mostra o aumento de 1,5% do preço do metro quadrado no País entre janeiro e julho deste ano na comparação com o mesmo período de 2014. A pesquisa se baseia no Índice FipeZap, que acompanha o valor dos imóveis anunciados em 20 cidades brasileiras.
Por ter ficado abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 7% esperado pelo Banco Central no período, o resultado representa queda real de mais de 5% nos preços, o que significa que os preços de hoje já voltaram ao patamar do início de 2013 se considerada a inflação.
De acordo com o boletim, que foi publicado "em um momento crítico da economia brasileira", a queda na atividade, a rápida deterioração do mercado de trabalho e a piora nas condições do financiamento alimentam as preocupações com a saúde e sustentabilidade do mercado imobiliário.
"O cenário torna-se ainda mais complexo em decorrência das dificuldades políticas e da consequente perda de confiança dos agentes econômicos. É importante lembrar, entretanto, que não se trata apenas de uma crise do setor, mas sim de uma crise macroeconômica ampla que também afeta o setor imobiliário", diz o documento.
A pesquisa ainda traz os bairros que tiveram quedas de preço em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte neste ano:
Para acessar o boletim na íntegra, clique aqui. 
Fonte: Portal PINIweb
Tiago Albuquerque

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Projeto de lei que revisa o zoneamento em São Paulo divide opiniões de profissionais do mercado imobiliário e urbanistas

Cota Ambiental, incentivo a edifícios-garagem e Zonas Corredores são bem vistos, mas limitação do tamanho de lotes desagrada


O projeto de lei (PL) 272/2015, que revisa a Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo de São Paulo, está no centro das discussões em torno do desenvolvimento urbano da cidade. Resultado de um processo participativo com 7.226 intervenções, a proposta, que tem como objetivo complementar o novo Plano Diretor Estratégico (PDE), foi encaminhada à Câmara dos Vereadores em 2 de junho e, desde então, tem motivado audiências públicas. As reuniões vão ocorrer até 18 de novembro, e a expectativa é de que o PL seja votado em dezembro.

Fonte: Portal PINIweb

Tiago Albuquerque

Preço do metro quadrado de imóveis tem primeira queda nominal desde 2009

Segundo o Índice FipeZap, média em 20 cidades brasileiras recuou 0,1% em agosto na comparação com o mês anterior


Kelly Amorim, do Portal PINIweb


O Índice FipeZap, que acompanha o preço do metro quadrado anunciado em 20 cidades brasileiras, registrou queda nominal de 0,1% em agosto na comparação com o mês anterior. Esta é a primeira vez desde o início da série histórica iniciada em 2009 que o índice registra queda nominal nesta base de comparação. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (3) pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo portal ZAP Imóveis.
No acumulado do ano, o indicador tem crescimento de 1,50%, abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 7,1% esperado para o mesmo período. Dessa maneira, o preço médio anunciado do m² ampliou sua queda real para 5,2% em 2015.
Já no período de 12 meses, a variação do índice foi de -3,32%. No mesmo período, a inflação esperada é de 9,56%, o que representa queda real de 5,69% no preço dos imóveis. Esta é a oitava vez consecutiva em que a variação do Índice FipeZap foi menor do que a inflação nessa base de comparação.
O valor médio anunciado do m² das 20 cidades pesquisadas fechou o mês de agosto em R$ 7.613. Em julho, a média era de R$ 7.614.
A cidade com o m² mais caro continua sendo o Rio de Janeiro, com média de R$ 10.593. Os valores das demais cidades são: São Paulo (R$ 8.607); Brasília (R$ 7.669); Niterói (R$ 6.355); Recife (R$ 5.888); Belo Horizonte (R$ 5.724); São Caetano do Sul (R$ 5.718); Fortaleza (R$ 5.445); Florianópolis (R$ 6.026); Curitiba (R$ 5.144); Porto Alegre (R$ 5.445); Santo André (R$ 5.043); Vitória (R$ 5.292); São Bernardo do Campo (R$ 4.714); Salvador (R$ 4.673); Vila Velha (R$ 4.264); Goiânia (R$ 4.179) e Contagem (R$ 3.575). Veja as variações:
Para acessar o relatório completo, clique aqui. 

Fonte: Portal PINIweb

Tiago Albuquerque

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

TORNE-SE UM CORRETOR ESTRATEGISTA




Separei algumas dicas que ajudarão você a se tornar O Corretor Estrategista.
Você deve ser flexível e possuir sensibilidade para reagir com rapidez às mudanças competitivas e de mercado. Mantendo-se antenado e aberto às principais alterações que ocorram, tais como, econômicas, tecnológicas e relacionadas ao consumo. Esteja atento aos índices econômicos, às novas tecnologias, como elas poderão ser úteis em sua rotina como corretor de imóveis e aplicadas em sua imobiliária. Não esquecendo também dos hábitos de consumo que mudam abruptamente. A preferência por apartamentos maiores, menores, com ou sem varanda, enfim, importante que você acompanhe essa evolução e possa oferecer melhores soluções ao seu público alvo.
Pare de praticar o benchmarking de forma excessiva. Essa prática consiste em comparar as suas ações com as dos concorrentes que lideram ou estão em um patamar maior que o seu, a nível de mercado.
Comparação que na maioria das vezes é entendida como copiar e praticar de forma diferente e/ou melhor os atos do concorrente.
O benchmarking possui o objetivo de melhorar os processos realizados por você e/ou sua imobiliária. A partir da análise de como seus concorrentes estão realizando esses processos. Entretanto, você não deve transformar essa prática numa obsessão e começar a copiar tais atitudes.
Muito importante que você fomente uma visão estratégica, a fim de entender o motivo do seu concorrente estar se comportando de tal maneira para, a partir daí, criar um movimento de contra-ataque com o intuito de se antecipar à ele.
Interessante também a terceirização agressiva que proporcionará maior eficiência nas atividades realizadas por você e/ou sua imobiliária. Quanto mais você se desonerar de atividades que consumam seu tempo, melhor. Corretor de imóveis precisa estar se relacionando com pessoas, e não, redigindo contrato em um escritório. Muito menos, preso em fila de cartório.
Essa terceirização contribuirá para a melhoria na qualidade das atividades terceirizadas, devido à sua repetição. E você, ficará mais livre para trabalhar o comercial.
Dica: Não queira fazer todas as atividades, pois demandarão tempo. Contrate e/ou firme parcerias estratégicas que possam lhe oferecer esses serviços.
E para finalizar, porém, não menos importante, fomente algumas poucas competências essenciais. Imprescindível que sejam poucas, para você não acabar feito o pato: que sabe voar, nadar e andar, mas faz tudo isso de forma péssima.
Focar a sua lente em fomentar competências únicas, contribuirá para o alcance do sucesso no mercado imobiliário.
Se todos os corretores de imóveis da sua região estão trabalhando com vários tipos de imóveis e formas de negociação, por exemplo, dedique-se a entender plenamente algumas poucas. Dessa forma, você se tornará um especialista nessa respectiva área.
A característica do sucesso é a originalidade. E você pode comprovar ao olhar a forma de atuação dos corretores de imóveis e imobiliárias da sua região. Conseguirá contar que a cada cem, somente quatro fazem sucesso. Os outros noventa e seis apenas os imitam.
Dica¹: Você será sempre o segundo se somente imitar.
Dica²: Ao fomentar suas competências, seus olhos não deverão ser fechados às oportunidades que surgirão. Por isso, é muito importante que você possua sensibilidade para se adaptar.
Ainda quer continuar sendo um pato? Espero que não.
Pensando em contribuir com a extinção dessa “leva” de corretores, resolvi escrever um livro digital, ebook, contendo o passo-a-passo para você desenvolver a sua capacidade de pensar estrategicamente e se tornar O Corretor Estrategista.
Fonte: corretortech
Tiago Albuquerque