terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Vem aí o Conecta Imobi 2016!

Que tal ter 2 dias de acesso às principais novidades de tecnologia e marketing para o mercado imobiliário? Além de ter contato com corretores de todo o Brasil e com os mais importantes nomes do ramo. Imagine a importância disso para o seu sucesso em 2016! Então anote na sua agenda: vem aí o Conecta Imobi 2016.
Organizado pelo VivaReal, o Conecta Imobi é o maior evento de marketing imobiliário do Brasil. Voltado para os profissionais do mercado de imóveis, ele é sua grande chance de crescer profissionalmente e se atualizar com as últimas tendências para o seu negócio. Pelo 3º ano consecutivo, você vai conhecer em primeira mão as grandes novidades para aprimorar seu atendimento, focar sua divulgação e potencializar as suas vendas.
O Conecta Imobi 2016 vai acontecer nos dias 21 e 22 de junho no Centro de Convenções do Expo Center Norte, em São Paulo. Mais de 1500 participantes são esperados para esta grande troca de experiências.

Quer saber como garantir seu lugar no Conecta Imobi 2016?

Desde já você pode fazer seu cadastro e ser um dos privilegiados que serão avisados em primeira mão assim que o primeiro lote de ingressos for liberado. Para isso, basta se cadastrar neste link.
Mas fique atento! Na edição de 2015, o primeiro lote, com preços promocionais, esgotou em apenas duas horas!

Mas porque eu devo participar de eventos do mercado imobiliário como o Conecta Imobi?

Ser corretor de imóveis é um desafio constante, com novidades e obstáculos a cada momento. O profissional que está atualizado, sabendo o que quer o seu cliente, está sempre um passo à frente dos demais. E quem está um passo à frente vende mais, não é mesmo?
Para saber porque você deve participar de eventos imobiliários, confira este post especial que o VivaCorretor preparou!
Percebeu a importância de participar dos eventos imobiliários? Então fique ligado que logo você terá mais detalhes e poderá adquirir seus ingressos para o Conecta Imobi 2016!

Relembre como foi o Conecta Imobi 2015


Fonte: vivacorretor

Tiago Albuquerque


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Crédito para casa própria tem queda de 33% em 2015, mostra Abecip

No ano, R$ 75,6 bi de recursos da poupança foram para financiamentos.
Associação projeta para 2016 queda de 20,6%, para R$ 60 bilhões.


Gilberto Duarte de Abreu Filho, presidente da Abecip, apresenta números do crédito habitacional (Foto: Marta Cavallini/G1)



O volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis caiu 33% no ano passado, na comparação com 2014. Segundo dados divulgados nesta terça-feira (26) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), em São Paulo, foram destinados, no ano passado, R$ 75,6 bilhões em crédito imobiliário com recursos da caderneta de poupança dos agentes financeiros do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).
Na passagem de novembro para dezembro, no entanto, houve alta de 16,5% nos financiamentos, para R$ 4,8 bilhões, interrompendo quatro meses seguidos de queda. Mas frente a dezembro de 2014, o valor representa uma queda de 55,2%.
CRÉDITO IMOBILIÁRIO
Total de empréstimos (recursos SBPE), em R$ bilhões
56,279,982,8109,2112,975,62010201220140255075100125
Fonte: Abecip
Gilberto Duarte de Abreu Filho, presidente da Abecip, atribui a queda nos recursos à inflação e taxa de juros mais alta, ao aumento do desemprego e à queda no rendimento real. “Houve queda nos investimentos, o que retrai o consumo das famílias. Isso impacta a economia como um todo e reflete no setor imobiliário”, disse.

Abreu Filho ressaltou que o nível de confiança caiu em todos os setores da economia – indústria, comércio e serviços – e isso traz impacto importante para o consumidor. “O consumidor determina o ritmo do mercado. E comprar imóvel é a principal aquisição que ele vai fazer ao longo da vida, então o consumidor está mais cauteloso”, explica.
Queda de 36% nas unidades contratadas
Em número de unidades, foram emprestados recursos para aquisição e construção de 21,9 mil imóveis em dezembro – 9ª melhor marca atingida em um mês de dezembro desde 1995 –, resultado 55,8% inferior ao apurado em dezembro de 2014. Comparado a novembro deste ano, observou-se alta de 21,5%.
Entre janeiro e dezembro deste ano, foram financiadas aquisições e construções de 341,5 mil imóveis, recuo de 36,6% em relação a igual período de 2014.
Previsão de nova queda em 2016
A projeção para 2016 da Abecip é que os recursos somem R$ 60 bilhões para o crédito imobiliário (queda de 20,6% em relação a 2015), segundo Abreu Filho, "em um cenário de economia em recessão, queda de confiança, falta de consenso político e necessidades de reformas".
Inadimplência cresce
A inadimplência ficou em 1,9% em 2015, ante 1,4% no ano anterior. A Abecip considera inadimplência quando há mais de três prestações em atraso. O índice começou a cair abaixo de 2% a partir de 2012, quando ficou em 1,8%.
De acordo com Abreu Filho, o aumento da inadimplência está ligado ao desemprego e ao nível de confiança das famílias. “Mesmo as pessoas adimplentes que passaram a ter dificuldades em outras modalidades de crédito passaram a preocupar o setor imobiliário. Há cenários de carências e extensão do crédito, o consumidor quer pagar, ele quer ficar com a casa dele, é o principal compromisso que ele assumiu, e os bancos estão se preparando e vão buscar novas soluções”, disse.
JG_Imoveis (Foto: TV Globo)Número de distratos aumentou 12,4% entre 2014 e 2015, de janeiro a setembro (Foto: TV Globo)
O cancelamento das vendas (distratos) também vem subindo nos últimos anos. O patamar aumentou 12,4% na comparação entre 2014 e 2015 (de janeiro a setembro). “A boa notícia é que as incorporadoras estão oferecendo alternativas aos mutuários, revertendo parte do cancelamento dos negócios”, afirmou Abreu Filho.
Captação líquida da poupança
Diferente dos demais meses de 2015, no mês de dezembro os depósitos voltaram a superar os saques, e a captação líquida das cadernetas de poupança dos agentes financeiros do SBPE ficou positiva em R$ 4,8 bilhões, influenciada pelo recebimento da segunda parcela do 13º salário.
No acumulado no ano de 2015, os recursos da caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 53,56 bilhões - a maior fuga de valores desde o início da série histórica do Banco Central, em 1995.
Segundo a Abecip, o atual patamar da Selic (14,25% ao ano) continua favorecendo a remuneração das aplicações financeiras a ela atreladas, em detrimento dos depósitos de poupança que rendem juros menores.
As sucessivas saídas de recursos da poupança SBPE nos três primeiros trimestres de 2015 provocaram a diminuição dos saldos, diz a entidade. No entanto, houve reação em dezembro e os saldos voltaram a crescer, ultrapassando a marca de R$ 509 bilhões. Em dezembro de 2014, o saldo foi de R$ 522,3 bilhões, portanto, na comparação anual, a queda foi de 2,5%. Em 2014, o saldo da poupança SBPE teve crescimento de 11,9%.
Novos x usados
A aquisição de imóveis novos caiu 10% de 2014 a 2015. Já a de imóveis usados recuou 50% no mesmo período. Segundo Abreu Filho, no mercado de usados, a decisão de compra é praticamente uma troca, e o consumidor está menos confiante para fechar negócio, além de haver maior seletividade do agente financeiro na concessão de crédito, fatores que explicariam a maior retração. Já no caso dos novos, boa parte foi adquirida na planta, ou seja, trata-se de uma decisão antiga.
FGTS x poupança
Os empréstimos com uso do FGTS cresceram mais de 30% em 2015, inversamente às concessões com recursos da poupança SBPE: em 2014 foram financiadas 465 mil unidades e em 2015, 603 mil. Já as aquisições com financiamentos usando recursos da poupança caiu 37% - de 538 mil unidades em 2014 para 342 mil unidades em 2015. Segundo Abreu Filho, a redução dos financiamentos do SBPE foi parcialmente compensada pela elevação dos empréstimos com o uso do FGTS.

A redução dos recursos da poupança limitou o fundo para o crédito imobiliário SBPE. De acordo com o presidente da Abecip, o saldo de poupança deve se encontrar pela primeira vez com o crédito imobiliário do SBPE.
O Banco Central tomou as primeiras medidas para manter o mercado aquecido, segundo Abreu Filho, como a alteração no compulsório da poupança para dar fôlego ao setor, com incremento de R$ 22,5 bilhões no mercado. Desse total, agentes financeiros usaram R$ 15 bilhões em 2015.
Fonte: G1
Tiago Albuquerque

sábado, 14 de novembro de 2015

Financiamento imobiliário: entenda os valores aplicados nessa modalidade de crédito

“Afinal, o que é um financiamento imobiliário?”. Financiar nada mais é que pegar dinheiro emprestado de uma instituição financeira, neste caso, especificamente para a compra de um imóvel. A maioria das pessoas não tem capital suficiente para efetuar esse tipo de aquisição à vista, por isso a maneira mais comum de compra é o pagamento da entrada ao vendedor, seguido do depósito de parcelas ao banco que disponibilizou o empréstimo do valor restante.
Embora seja uma operação simples, existem muitas variáveis que podem tornar a concessão de crédito possível ou não para o seu orçamento. Por exemplo, o imóvel é usado ou novo, está em construção ou na planta? “Isso interfere no valor que conseguirei levantar com o banco?”. Com certeza. O financiamento de um imóvel usado cobre de 60% a 80% do valor, já o financiamento de imóveis novos, na planta ou em construção pode cobrir até 90% do valor da residência.
“Mas se o valor do imóvel é fixo, o que varia de banco para banco?”. A taxa pelo empréstimo ofertado, também conhecida como juros. Cada instituição financeira tem sua política de emprego dessa tarifa e isso torna a variação bastante relevante.
O que é o Sistema Financeiro de Habitação (SFH)? É a modalidade de financiamento desenvolvida pelo Governo Federal, garantida pelos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE). Criado e regulamentado pela lei nº 4.380, de 21 de agosto de 1964, o sistema rege a maioria dos financiamentos imobiliários do país. Uma operação que corre através do SFH, apresenta as seguintes características:
– o valor máximo de avaliação do imóvel deve ser de R$750 mil em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal; nos demais Estados, R$650 mil
– o valor máximo de concessão de financiamento é de 80% do valor do imóvel
– a parcela não pode comprometer mais que 30% da renda do contratante
– o prazo de quitação da dívida deve ser de até 35 anos (420 meses)
– a compra deve ser feita exclusivamente por pessoa física
– a base de recursos vem da Caderneta de Poupança e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)
– o custo efetivo máximo pode ser de, no máximo, 12% a.a.
– taxa de administração R$25 a.m.
O que é Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI)? É a modalidade de financiamento desenvolvida pelo Governo Federal que visa suprir as carências do SFH (Sistema Financeiro de Habitação). Seu sistema é voltado para mutuários com necessidades específicas. Como o risco é maior que do SFH, as instituições financeiras refletem isso nas taxas de juros. Uma operação que corre através do SFI, apresenta as seguintes características:
– o valor de avaliação do imóvel é variável de acordo com a instituição financeira
– o valor máximo de concessão de financiamento é variável de acordo com a instituição financeira
– o limite de renda comprometida é variável de acordo com a instituição financeira
– não utiliza recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), nem do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE)
– a compra pode ser feita por pessoa física ou jurídica
– o prazo de quitação da dívida deve ser de até 35 anos (420 meses)
– a taxa de juros é variável de acordo com a instituição financeira
– não há limite para o valor da taxa de administração
Como calcular as prestações?
Uma série de itens compõem a parcela do financiamento, quando a operação corre tanto pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) quanto pelo SFI:
– amortização da dívida
– taxas de juros
– taxas de administração
– seguro de Morte e Invalidez Permanente (MIP)
– seguro de Danos Físicos ao Imóvel (DFI)
O que é amortização de parcelas?
As instituições financeiras possuem três sistemas para quitar dívidas de financiamento. São elas SAC e Price. Entenda melhor cada uma delas:
– Sistema de Amortização Constante (SAC)
As prestações são decrescentes (taxa de amortização permanece fixa, enquanto os juros diminuem)
– Sistema Price
As prestações são fixas (taxa de amortização aumenta, enquanto os juros diminuem). Entenda mais sobre a amortização de parcelas
Possui dúvidas sobre o processo de obtenção de crédito imobiliário? Fale conosco! A Melhortaxa pesquisa, compara e entrega as melhores propostas de financiamento imobiliário das maiores instituições financeiras do país e indica a melhor opção de financiamento para seu perfil financeiro, sem cobrar nada por isso.
Fonte: publicidadeimobiliaria
Tiago Albuquerque

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

FGV: após estabilidade, confiança da construção cai novamente em setembro

Indicadores que medem satisfação com a situação atual dos negócios e expectativas para os próximos meses seguem recuando



Após registrar estabilidade em agosto, o Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou 6,5% em setembro, alcançando 65,9 pontos e representando a maior queda do índice desde março de 2015, quando houve recuo de 9,1%. No acumulado do ano, o ICST apresenta perda de 29,6 pontos, com variação de -31,0%. Os dados foram apresentados nesta sexta-feira (25) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
A queda do índice decorreu, de acordo com a pesquisa, do indicador que mede o estado atual dos negócios das empresas. O Índice da Situação Atual (ISA-CST) recuou 11,2%, alcançando 49,4 pontos, o menor nível da série histórica. A parcela do índice que mede o grau de satisfação das empresas com a situação atual dos negócios recuou 11,3%, alcançando 47,3 pontos.
Já o Índice de Expectativas (IE-CST), que mede a expectativa do setor para os próximos meses, apresentou queda de 3,5%,alcançando 82,4 pontos. O quesito que mais contribuiu para a queda foi o que mede as perspectivas em relação à evolução da situação dos negócios para os próximos seis meses, que recuou 3,5% entre agosto e setembro, alcançando 82,4 pontos.
A pesquisa, feita com 721 empresas entre os dias 2 e 23 de setembro, mostra ainda que a questão financeira é um agravante do cenário setorial, com 47,0% dos apontamentos sinalizando que está mais difícil conseguir crédito no momento. Há um ano, a dificuldade era apontada por 22,5%.
"Até agosto, os resultados da sondagem apontavam uma desaceleração da queda do ICST, parecendo indicar que o setor estaria mais próximo do fundo do poço de sua crise. O resultado de setembro surpreendeu ao mostrar uma retração ainda mais severa na atividade corrente das empresas, e que ainda deve se refletir em indicadores como PIB e emprego", comentou a Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE, Ana Maria Castelo.
Fonte: PINIWeb
Tiago Albuquerque

Alta do custo da construção volta a desacelerar em setembro, diz FGV

INCC-M teve variação de 0,22% no período, contra 0,80% registrado no mês anterior



O Índice Nacional de Custo da Construção - M (INCC-M) registrou variação de 0,22% em setembro, ficando abaixo do resultado do mês anterior, de 0,80%, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (25) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O indicador relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,46% em setembro contra 0,27% em agosto. A parcela que se refere aos Materiais e Equipamentos variou 0,34% na comparação com o mês anterior, quando a taxa foi de 0,19%. Já a parcela referente aos Serviços passou de 0,58% em agosto para 0,29% em setembro.
O índice referente à Mão de Obra, por sua vez, não registrou variação em setembro. No mês anterior, a taxa havia sido de 1,27%.
Apresentaram desaceleração as cidades de Brasília (de 3,04% para 0%); Recife (de 0,02% para -0,18%); Rio de Janeiro (de 0,23% para -0,02%); e Porto Alegre (de 3,43% para 0,21%). Em contrapartida, Salvador (de -0,08% para 0,18%); Belo Horizonte (de 0,24% para 0,30%); e São Paulo (de 0,14% para 0,36%) registraram aceleração.
No acumulado do ano, o INCC-M apresenta alta de 6,38%, sendo que em Materiais, Equipamentos e Serviços a variação foi de 4,91% e em Mão de Obra de 7,7%. Já nos últimos 12 meses o crescimento é de 7,19%, com taxas de 6,06% em Materiais, Equipamentos e Serviços e 8,2% em Mão de Obra.
Fonte: PINIWeb
Tiago Albuquerque

Veja simulações de financiamento de imóvel com os novos juros da Caixa

Caixa elevou juros para financiar casa própria pela 3ª vez no ano.
Taxa para não clientes subirá de 9,45% para 9,90% ao ano.


Financiar a casa própria com recursos da poupança pela Caixa Econômica Federal ficará mais caro a partir de 1º de outubro, uma vez que com a elevação dos juros deixará o valor da prestação mais alto. Esta é a terceira vez no ano que o banco eleva as taxas.
Com o novo aumento, a taxa efetiva total de financiamento para não clientes da Caixa passa de 9,45% ao ano para 9,90% ao ano, para compra de imóveis pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH). Já para o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com imóveis acima de R$ 750 mil, a taxa para não clientes sobe de 11% para 11,50% ao ano.
Os exercícios mostram que o valor da prestação mensal de um financiamento no valor de R$ 300 mil subirá mais de R$ 100. Já no caso de um financiamento no valor de R$ 750 mil, a prestação aumentará mais de R$ 270. VEJA EXEMPLOS ABAIXOConfira abaixo, quanto o consumidor pagará a mais em financiamentos no valor de R$ 300 mil e R$ 750 mil, conforme simulações feitas pelo diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira.
As simulações levam em consideração as seguintes mudanças:
SFH – Imóveis Residenciais:
• Taxa de balcão: era de 9,45% ao ano e vai para 9,90% ao ano;
• Relacionamento: era 9,30% ao ano e vai para 9,80% ao ano;
• Relacionamento (mais salário): era 9,00% ao ano e vai para 9,50% ao ano;
• Servidor (com relacionamento): era 9,00% ao ano e vai para 9,50% ao ano;
• Servidor (com relacionamento e salário): era 8,80% ao ano e vai para 9,30%.

SFI – Imóveis Residenciais:
• Taxa de balcão: era 11,00% ao ano e vai para 11,50% ao ano;
• Relacionamento: era 10,70% ao ano e vai para 11,20%;
• Relacionamento (mais salário): era 10,50% ao ano e vai para 11,00% ao ano;
• Servidor (com relacionamento): era 10,50% ao ano e vai para 11,00% ao ano;
• Servidor (com relacionamento e salário): era 10,20% ao ano e vai para 10,50%.
1) Simulação de financiamento no valor de R$ 300 mil pelo SFH pela tabela Price
• Taxa de balcão: de 9,45% para 9,90%
- Antes o consumidor pagaria 360 parcelas de R$ 2.413,87, totalizando R$ 868.993,20.
- Agora vai pagar 360 parcelas de R$ 2.518,19, totalizando R$ 906.548,40.
Aumento de R$ 104,32 na prestação e de R$ 37.555,20 no total do financiamento.

• Relacionamento: de 9,30% para 9,80%
- Antes o consumidor pagaria 360 parcelas de R$ 2.388,01, totalizando R$ 859.683,60.
- Agora vai pagar 360 parcelas de R$ 2.491,98, totalizando R$ 897.112,80.
Aumento de R$ 103,97 na prestação e de R$ 37.429,20 no total do financiamento.

• Relacionamento (mais salário): de 9,00% para 9,50%
- Antes o consumidor pagaria 360 parcelas de R$ 2.336,57, totalizando R$ 841.165,20.
- Agora vai pagar 360 parcelas de R$ 2.439,82, totalizando R$ 878.335,20.
Aumento de R$ 103,25 na prestação e de R$ 37.170,00 no total do financiamento.


2)  Financiamento no valor de R$ 750 mil pelo SFI pela tabela Price

• Taxa de balcão: de 11,00% para 11,50%
- Antes o consumidor pagaria 360 parcelas de R$ 6.826,92, totalizando R$ 2.457.691,20.
- Agora o consumidor vai pagar 360 parcelas de R$ 7.097,12 totalizando R$ 2.554.963,20.
Aumento de R$ 270,20 na prestação e de R$ 97.272,00 no total do financiamento.

• Relacionamento: de 10,70% para 11,20%
Antes o consumidor pagaria 360 parcelas de R$ 6.692,9, totalizando R$ 2.409.444,00.
Agora vai pagar 360 parcelas de R$ 6.961,67, totalizando R$ 2.506.201,20.
Aumento de R$ 268,77 na prestação e de R$ 96.757,20 no total do financiamento.

• Relacionamento (mais salário): de 10,50% para 11,00%
- Antes o consumidor pagaria 360 parcelasde R$ 6.626,17, totalizando R$ 2.385.421,20.
- Agora vai pagar 360 parcelas de R$ 6.826,92, totalizando  R$ 2.457.691,20.
Aumento de R$ 200,75 na prestação e de R$ 72.270,00 no total do financiamento
3) Simulação de financiamento no valor de R$ 300 mil pelo sistema de amortização SAC- pelo SFH

• Taxa de balcão: de 9,45% para 9,90%

- Antes o consumidor pagaria 360 parcelas, sendo a 1ª de R$ 3.195,83 e a última de R$ 839,90, totalizando R$ 726.431,25.
- Agora vai pagar 360 parcelas, sendo a primeira no valor de R$ 3.308,33 e a última de R$ 840,21, totalizando um valor de R$ 746.737,50.
Aumento de R$ 112,50 na prestação e de R$ 20.306,25 no total do financiamento.

• Relacionamento: de 9,30% para 9,80%
- Antes o consumidor pagaria 360 parcelas, sendo a primeira no valor de R$ 3.158,33 e a última de R$ 839,79, totalizando R$ 719.662,50.
- Agora vai pagar 360 parcelas, sendo a primeira no valor de R$ 3.283,33 e a última de R$ 840,14, totalizando R$ 742.225,00.
Aumento de R$ 125,00 na prestação e de R$ 22.562,50 no total do financiamento.
4)   2)  Financiamento no valor de R$ 750 mil pelo Sistema de Amortização SAC -  pelo SFI

• Taxa de balcão: de 11,00% para 11,50%

- Antes o consumidor pagaria 360 parcelas, sendo a primeira no valor de R$ 8.958,33 e a última e R$ 2.102,43, totalizando R$ 1.990.937,50.
- Agora vai pagar 360 parcelas, sendo a primeira no valor de R$ 9.270,83 e a última de R$ 2.103,30, totalizando R$ 2.047.343,75.
Aumento de R$ 312,50 na prestação e de R$ 56.406,25 no total do financiamento.

• Relacionamento: de 10,70% para 11,20%
- Antes o consumidor pagaria 360 parcelas, sendo a primeira no valor de R$ 8.770,83 e a última de R$ 2.101,91, totalizando R$ 1.957.093,75.
- Agora o consumidor vai pagar 360 parcelas, sendo a primeira no valor de R$ 9.083,33 e a última de R$ 2.102,78, totalizando R$ 2.013.500,00.
Aumento de R$ 312,50 na prestação e de R$ 56.406,25 no total do financiamento.
Fonte: G1
Tiago Albuquerque

sábado, 19 de setembro de 2015

Consumidores esperam que preço do imóvel caia. E agora?

Você já sentiu que seus clientes estão querendo negociar mais nos últimos meses? Não é por acaso, a economia está em baixa e os consumidores estão querendo também diminuir seus custos com moradia.
Mas como isso pode influenciar o mercado imobiliário nos próximos meses? O VivaReal realizou uma pesquisa com pessoas que buscaram imóvel para comprar ou alugar no último trimestre e 61% delas falaram que acreditam que os preços vão cair até o final de 2015. Além disso, 60% delas acreditam que existe mais espaço para negociar com corretores e imobiliárias agora.
Expectativa do consumidor sobre preço dos imóveis em 2015
infográfico preços dos imóveis
Vale lembrar que este é o ponto de vista do consumidor, o que ele espera que aconteça nos próximos meses. Ou seja, isso pode acontecer ou não. O que importa pensar é que no cenário da economia atual as pessoas esperam que o mercado imobiliário seja flexível. Não é porque a economia está em  baixa que todos os preços de imóveis devem baixar e os proprietários devem oferecer grandes descontos. O que importa é você estar preparado para saber NEGOCIAR.
Que tal começar pensando:
“Então, como eu, sendo corretor de imóveis, posso estar preparado para argumentar com meu cliente e também com o proprietário para que a negociação aconteça?”

5 fatores que o corretor deve considerar sobre preços de imóveis AGORA!

Preço dos Imóveis

1. Os preços dos imóveis estão mudando:

É preciso acompanhar a variação do valor do metro quadrado nas regiões em que você atua. Você pode fazer isso monitorando sua concorrência e também utilizando índices que estudam uma grande quantidade de imóveis, como o DMI, por exemplo. Uma coisa é certa: você não pode pensar que o valor da mesma unidade que vendeu ou alugou no último ano continua o mesmo. Ele pode ter aumentado ou diminuído conforme a localização, a movimentação da economia e a busca por imóveis naquele local.

2. As regras são outras:

Além da economia em queda, tivemos recentemente mudanças importantes nas regras de financiamento da Caixa Econômica Federal para imóveis usados – justamente o banco mais procurado para financiar imóveis residenciais. Com isso, muitas pessoas que tinham se programado para adquirir um imóvel em uma faixa de preço maior precisam agora revisar seus planos, mudando para opções mais baratas. Veja este vídeo para entender melhor o que mudou.

3. Você deve ter opções para todos os bolsos:

Se você não consegue ir além na negociação do preço com o proprietário, tenha opções para seu cliente. Não perca o negócio apenas porque o desconto para uma unidade específica não foi suficiente para ele. Converse para entender exatamente o valor máximo que ele pode pagar e tenha em mente outros imóveis que conseguem chegar neste valor.

4. Argumentos valem muito:

Ao aceitar ou não levar para frente uma negociação de preço você deve utilizar dados e informações relevantes. Negar a diminuição de preço logo de cara porque “o proprietário já disse que não quer mudar o valor” ou porque “este condomínio é muito bom” podem parecer vazias e pouco interessadas para quem está buscando um novo lar. Se você já sabe que o proprietário não é flexível, busque os motivos com ele para justificar aos interessados. Além disso, leve em consideração fatores que determinam o preço do imóvel e tente trabalhar com números.

5. Esteja aberto ao diálogo:

Uma coisa é fato: se depender das expectativas do consumidor você não vai conseguir fugir de um fechamento sem negociação. Esteja aberto a conversar, tanto com o cliente quanto com o proprietário. Estabeleça uma relação de confiança e honestidade e você terá mais abertura em ambos os lados para encontrar a melhor solução para todos.
Fonte: VivaCorretor
Tiago Albuquerque