segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Corretor de imóveis – seja um grande captador e ganhe muito dinheiro

Você pode até não gostar, achar que é chato, que é difícil. Mas uma coisa você não pode negar: um Corretor de imóveis precisa saber captar um imóvel, afinal, esta atividade é capaz de elevar os seus resultados a níveis estratosféricos no mercado imobiliário.
O Corretor Captador nunca fica sem ganhar dinheiro. Ele pode vender várias unidades por mês!
Como? Os outros corretores vendem para ele!!!
Um Corretor QR ama captar! E se você quer ser um Corretor QR e, sobretudo, quer ser umgrande captador, você tem que assistir agora a este 24o episódio da nossa série.

Confesso que este é um dos melhores vídeos que já fiz. As dicas estão matadoras!
Deseja que seus resultados decolem? Aperte o play, devore cada dica sem moderação, coloque em prática e arrebente. O seu lugar só poderá ser um: O PÓDIO!
Podemos fazer diferente, podemos fazer melhor!
#EuAcreditoemVocê #QuebreasRegras
Te vejo no pódio!!!
Guilherme MachadoPor: Guilherme Machado
Guilherme Machado: Consultor, Coach e Palestrante nacional emVendas, Motivação e Marketing.
Conhecido como o Quebra-Regras por implantar um jeito desroteirizado, original e provocativo.
Tem tatuado no braço: “Amo ser corretor”.
Tiago Albuquerque

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Fundos imobiliários: desempenho varia com tipo de imóvel

O pior desempenho está com os fundos de empreendimentos comerciais, devido ao forte crescimento da oferta de prédios de escritórios em São Paulo

Imóveis: prédios no centro de São Paulo
Imóveis: fundos de hospitais, agências bancárias e residenciais lideram em rentabilidade neste ano
São Paulo - Os fundos imobiliários de hospitais, agências bancárias e residenciais lideram em rentabilidade neste ano, segundo dados da Rio Bravo Investimentos, uma das maiores empresas do setor de carteiras imobiliárias do mercado.
O rendimento distribuído pelos fundos é isento de imposto de renda para pessoas físicas. Já o ganho nas cotas é tributado quando elas são vendidas.
Tipos de fundos imobiliários
O executivo usa esses dados para mostrar as diferenças entre os fundos imobiliários hoje existentes no mercado brasileiro.
Hoje, o índice do setor, o Ifix, reúne 68 dos 129 fundos listados em bolsa, que podem ainda ser divididos por gestor, por categoria de ativo – como tipo de imóvel ou papéis ou fundos de fundos –, por tipo de imóvel – residencial, escritório, galpão shopping ou multiuso – e estágio de desenvolvimento, ou seja, pronto e alugado, com renda garantida ou em desenvolvimento.
À medida que cresce o número de fundos, essas divisões irão se fortalecendo e até aumentando, ampliando as opções para o investidor, diz Diniz.
Fundos imobiliários2014
AtivoRendimento (%)*
Hospitalar12,36
Residencial/desenvolv.12,13
Índice Rio Bravo10,43
Educacional11,32
Industrial/Logística8,01
Shopping e Varejo7,48
Papéis Imobiliários3,48
Diversificado2,68
Escritórios Geral0,16
Renda Garantida-0,03
Ifix2,84
Fonte: Rio Bravo Investimentos. Retorno total no ano até 29 de agosto, incluindo variação das cotas e rentabilidade distribuída pelas carteiras. 
Renda garantida
Olhando por tipo de ativos, no segmento de escritórios, Diniz destaca a subdivisão dos fundos com renda garantida, que se comprometem a pagar um rendimento fixo por determinado prazo para o investidor durante a construção do prédio e por algum tempo depois, até que os espaços estejam alugados.
Esses fundos têm perdas de 0,03% no ano e estão na lanterna da rentabilidade. Já os fundos de hospitais, destaque neste ano, passaram por momentos muito ruins nos anos anteriores por conta de renegociações de contratos na Justiça que reduziram os aluguéis e agora apresentam recuperação.
Maioria é de escritórios 
Os fundos de escritórios comerciais representam 50% do mercado, afirma Diniz. Se somada a parcela de prédios de escritórios nos fundos diversificados, esse percentual aumenta ainda mais, atingindo 60% se forem incluídas as carteiras de agências bancárias, que são também imóveis comerciais, mas de um nicho específico.
E os fundos de agências, mais populares, se concentram nos Santander II, Caixa, BB Progressivo I e II e Banrisul.
Poucas ofertas
Neste ano, praticamente nenhuma emissão de fundos imobiliários registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) foi concluída, observa Diniz. Apenas carteiras de recebíveis, como Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) foram finalizadas. “Foi a única categoria, e que nem é bem um fundo imobiliário, é mais um fundo de dívida”, diz. Fundos com imóveis para renda não teve nenhum, observa.
O ponto positivo é que os fundos imobiliários estão se recuperando. O Ifix, que mostra o desempenho das cotas das principais categorias negociadas na Bovespa, completou oito meses de retornos positivos, “o que indica que os fundos pouco a pouco estão voltando a ficar atrativos”, diz Diniz.
Até o fim de agosto, o Ifix teve ganho de 2,84% em 2014, ante uma perda de 12,6% no ano passado. “E isso apesar de toda a incerteza deste ano e o aumento da vacância”, diz.
Abaixo do valor patrimonial
Apesar da recuperação, os fundos imobiliários ainda estão, em média, sendo negociados a preços 10% a 15% abaixo de seu valor patrimonial, ou seja, do que valem os imóveis em suas carteiras, estima Diniz.
Essa distorção, segundo o executivo, reflete mais um fator emocional do que racional. “Os negócios com imóveis continuam saindo, dentro e fora dos fundos, com retornos maiores do que o valor de mercado”, diz Diniz.
Retorno de 9,6% projetado
Além disso, os preços dos imóveis, se pararam de subir, não estão caindo. E a média do retorno projetado em rendimentos pelos fundos que compõem o Ifix estava em 9,6% ao ano, líquidos de imposto de renda para pessoas físicas. “E existem negócios no mercado saindo com retorno abaixo desses 9,6%”, observa.
Para ele, o valor patrimonial do imóvel é o valor justo do fundo e, portanto, as cotas estão abaixo desse valor justo e têm potencial de subida.
Maior desconto na renda garantida
Os fundos de renda garantida são os que apresentam maior desconto em relação ao valor patrimonial, afirma Diniz. Por isso, seu retorno em rendimentos, o dividend Yield, está em acima de 10% e supera a média do Ifix.
“Na média, o retorno estimado é de 10,5%”, diz o executivo, observando que esse é um sinal de que a categoria está mais desvalorizada. Muitos estão apenas parcialmente alugados, o que explica a maior aversão dos investidores. “Mas a situação no começo do ano era ainda pior, com imóveis totalmente vazios tentando atrair inquilinos e o ‘dividend yield’ de mais de 12,5%”, lembra.
Vacância tende a aumentar
A vacância, ou seja o percentual de imóveis vazios na cidade de São Paulo – que representa 50% a 60% do mercado brasileiro – indicativo do que acontece no resto do país, permanece estável, entre 15% e 16% há três trimestres.
Mas esse percentual deve aumentar pois, nos próximos 12 a 15 meses devem entrar no mercado mais 600 mil a 800 mil metros quadrados de lajes comerciais. “Não acredito que vai haver interessados para tudo isso de imediato”, avalia Diniz.
A vacância deve aumentar e colocar ainda mais pressão sobre o mercado de imóveis comerciais e mais risco para os fundos de renda garantida. “Além disso, apesar de ser difícil e um inquilino sair, pelas complicações de mudanças, podem ocorrer mais renegociações para redução do valor dos aluguéis nos imóveis já alugados”, lembra o executivo.
Mais retorno e mais risco
Portanto, esses fundos têm mais retorno, mas também mais risco. “Quem compra cota de fundos de renda garantida aposta que a economia brasileira vai se recuperar mais rápido”, afirma. “Quem acha que a recuperação vai demorar mais não deveria comprar, pois pode perder a renda garantida após o prazo”, afirma, lembrando que a maioria dessas carteiras está no prazo final de garantia. Nesse caso, com o prédio não totalmente alugado, o rendimento pode cair.
No caso, os fundos mais seguros seriam aqueles em que há contratos de longo prazo atípicos, como os de agências bancárias, nos quais o inquilino paga multa caso haja mudança. Fundos como os do Banco do Brasil e da Caixa estão com retornos em torno de 8,5% e o do Santander Agências, de 9,1%, ligeiramente abaixo da média do Ifix.
Juros impactam cotas
O retorno pago pelos fundos tem um impacto direto dos juros de mercado, observa Diniz. “Na prática, o investidor pode colocar o dinheiro em um papel de renda fixa isento ou em um fundo imobiliário”, diz.
Assim, quando a taxa de juros sobe muito, a concorrência de um título de renda fixa é muito perversa. “Temos uma inflação de 6% a 6,5% ao ano e títulos pagando 10%, 11%, caso dos CRI ou das LCI e LCA”, observa.
Esse descolamento dos juros acaba por prejudicar o interesse dos investidores em qualquer ativo real. “O positivo é que temos oito meses de recuperação do Ifix, mesmo com esse juro de 11% ao ano”, afirma.
Para ele, quando o juro cair abaixo de 10% novamente, haverá novo influxo para os fundos imobiliários, valorizando as cotas.
Porém, isso ainda pode demorar um pouco. No ano que vem, qualquer que seja governo eleito, ele vai ter de fazer ajustes nos preços administrados, e a inflação não deve cair muito, observa Diniz.
Além disso, com a economia não crescendo, o risco de crédito do Brasil fica ameaçado. “A agência Moody’s pode rebaixar a nota do Brasil e isso pode pressionar o custo do dinheiro no ano que vem”, avalia.
Vacância pode variar
Diniz diz que a Rio Bravo tem tido sucesso em manter a taxa de vacância nos fundos que administra em baixa, em torno de 1%. Mas nem todos conseguem manter esse nível, o que exige que o investidor, além do tipo de imóvel, analise também o projeto e quem são os inquilinos.
Ele dá o exemplo dos shoppings Higienópolis, ABC Plaza e Via Shopping, que quase não têm lojas vagas. Mas shoppings novos em outras cidades estão sofrendo mais para ocupar todas as vagas.
Nos galpões, o cenário também é parecido. O segmento deveria ser mais afetado pelo desaquecimento da economia. “Temos regiões entre São Paulo e Rio em que foram construídos muitos galpões logísticos, e alguns vazios, mas os fundos imobiliários em geral tem imóveis com contratos com grandes empresas com ocupação alta”, explica.
Futuro depende de novo governo
Diniz destaca a mudança de clima em relação ao começo do ano, quando o pessimismo era grande. “Vínhamos de um ano ruim e que começava mal, mas a recuperação chegou, e temos novos cotistas, apesar da falta de emissões de novos fundos”, destaca.
Já o cenário para o futuro vai depender do novo governo, e da política econômica que ele adotará, para garantir a recuperação da confiança dos investidores. “Se não houver recuperação da confiança, não investe”, diz.
Diniz observa que o empresariado está bastante descontente com os rumos da economia e que o setor imobiliário ainda tem empresas abertas saindo de crises, com muita devolução de imóveis, mais até do que execuções por falta de pagamento.
Os lançamentos caíram e os preços subiram. “Por tudo isso, o setor imobiliário também está em um momento de parar e ver o que vai acontecer”, diz ele, lembrando que até mesmo no programa oficial Minha Casa Minha Vida houve atrasos nos repasses. “Falta confiança no governo”, resume.
Fonte:http://exame.abril.com.br/
Tiago Albuquerque

Rio de Janeiro é a 11ª cidade mais cara do mundo para morar

Custo imobiliário residencial e comercial no Rio é de US$ 32 mil por ano, o 11º maior do mundo, diz levantamento da consultoria imobiliária Savillis

São Paulo - Londres se tornou a cidade mais cara do planeta para instalar um empregado, de acordo com um relatório da consultoria imobiliária Savills.
A libra valorizada e um mercado imobiliário superaquecidofizeram a capital britânica passar Hong Kong, que liderava o ranking há cinco anos e agora está no 2º lugar.
Nova York e Paris completam o top 4. Com aluguéis em queda, Tóquio foi da 3ª para a 5ª posição desde 2008, apesar dos custos já terem voltado a crescer no último ano.
O Rio de Janeiro ficou na 11ª posição, entre Xangai e Mumbai. O custo no Rio foi de US$ 32 mil por ano para alugar espaço residencial e comercial - ainda um terço do valor nas cidades do top 4, acima de US$ 100 mil.
No entanto, o aumento de 85,6% no custo imobiliário carioca desde 2008 é o mais alto entre as cidades analisadas. O segundo maior foi em Sydney: 57,7% em 5 anos.
O ranking da Savallis é bastante influenciado pela variação cambial e não leva em conta itens como comida e transporte, só o custo imobiliário.
São Paulo e Rio de Janeiro caíram bastante nos últimos rankings de cidades mais caras da Economist Intelligence Unit e da Mercer, muito mais abrangentes.
Veja o top 12 da Savallis:
 CidadeCusto anual por empregado (US$)Variação desde 2008
1Londres120.56838,7%
2Hong Kong115.717-0,4%
3Nova York107.78218,1%
4Paris105.5505,0%
5Tóquio76.211-22,7%
6Singapura74.890-1,0%
7Moscou70.499-5,1%
8Sydney63.63057,7%
9Dubai52.149-16,0%
10Xangai43.17124,6%
11Rio de Janeiro32.17985,6%
12Mumbai29.742-20,8%
Fonte:http://exame.abril.com.br/

Tiago Albuquerque

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Corretor de imóveis, veja como divulgar a venda do imóvel




O corretor de imóveis deve ampliar o alcance da divulgação do imóvel. Veja 4 dicas para ajudá-lo na hora de divulgar o imóvel à venda.
O primeiro passo para quem decide vender uma casa ou apartamento é, sem dúvida, divulgar o imóvel através dos mais diversos meios. O corretor de imóveis deve recorrer as novas alternativas capazes de facilitar e ampliar o alcance da divulgação do imóvel.
Mídias sociais: Caso você ainda não tenha um perfil no Facebook, Twitter ou Youtube, saiba que esses meios são muito eficazes para o compartilhamento de informações e divulgação de serviços e produtos – nesse caso, o imóvel. As mídias sociais, ou redes sociais como também são conhecidas, facilitam a propagação do seu anúncio e permitem que diversas pessoas entrem em contato ou esclareçam suas dúvidas. Além disso, o corretor de imóveis pode também divulgar fotos, vídeos e comentários a respeito do imóvel, explorando características que favoreçam a venda.
Buscadores de imóveis na internet: Além de páginas de imobiliárias e classificados online, é possível anunciar a venda nos chamados buscadores de imóveis. A opção facilita o encontro de vendedores e compradores, sendo um verdadeiro mostruário do mercado imobiliário.
E-mail marketing: A propaganda por e-mail surge como outra alternativa, capaz de ampliar a divulgação sobre a venda do imóvel. Veja algumas dicas Aqui!
Crie o seu anúncio: Além dos meios de divulgação, é preciso estar atento no modo como ela é realizada. Basicamente, o anúncio deve preocupar-se em chamar a atenção de possíveis compradores e, ainda, destacar o diferencial do imóvel. Nele devem estar presentes informações como o tipo do imóvel (casa, apartamento, sobrado, etc), características físicas (número de quartos, suítes, garagem ou piscina, por exemplo) e, até mesmo, a metragem, pontos de referência e motivo da venda. Dados sobre a sua localização também não podem ser esquecidos, ainda mais quando a divulgação é realizada através da internet. Por isso, deixe claro o endereço do imóvel e o contato disponível (telefone fixo, celular, e-mail, entre outros).
Veja uma lista de sites gratuitos para anunciar seus imóveis – Clique Aqui!
Fonte: Qnews / http://www.publicidadeimobiliaria.com/
Tiago Albuquerque

O mundo cada vez mais mobile. E você?



Quando o primeiro celular surgiu, lá pelo século passado, ninguém imaginaria a proporção que ele tomaria na vida das pessoas. Que era uma grande revolução tecnológica ninguém duvidava, mas daí a se tornar uma necessidade extrema na vida de cada um, nisso poucas pessoas pensaram, nem os próprios usuários sonhavam tão longe.
O celular começou como um telefone comum, que fazia e recebia ligações em quanto ousuário estivesse fora de casa ou do escritório, certamente uma mão na roda, principalmente para quem estava acostumado ao orelhão e suas fichas, que depois foram substituídas pelos cartões telefônicos. Quando as mensagens SMS ainda eram uma sensação, algo ainda maior surgiu do universo da tecnologia: finalmente os aparelhos celulares receberam a integração com a internet, aí eles conseguiram revolucionar ainda mais o que já era uma grande inovação. Com a internet nos aparelhos, aplicativos começaram a ser criados para facilitar ainda mais a experiência do usuário com o mundo digital e desde então essa grande revolução tecnológica não para de crescer, tendo se expandido também para outros aparelhos móveis além dos celulares, os tablets.
A história prova que a tendência da internet é estar em constante crescimento e inovação, tanto para computadores, como para dispositivos móveis. Mas há um ponto nessa tendência bastante importante que não deve passar despercebido: o mundo está cada vez mais mobile. Assim como os computadores substituíram as máquinas de escrever e os celulares os orelhões, serão os smartphones e tablets os substitutos do computador? Talvez esteja cedo demais para essa resposta, mas o que se vê é que a praticidade dos dispositivos móveis está conquistando cada vez mais usuários do mundo inteiro, principalmente na hora de realizar determinadas tarefas graças a aplicativos específicos. O fato do telefone ou tablets estarem mais facilmente “à mão”, transforma os dispositivos móveis e seus aplicativos em grandes concorrentes do velho e bom “PC”.
Uma pesquisa realizada pela Flurry Analytics, empresa de análises, apontou um aumento de 115% no uso de apps em 2013. O número só prova que a cada dia os aplicativos para dispositivos móveis recebem mais adeptos. Ainda de acordo com a pesquisa, o segmento que mais cresceu foi o de mensagens de texto, como o Whatsapp e o Facebook Messenger, tendo um aumento de 203%. Em seguida ficaram os aplicativos de produtividade, com quase 150%.
A conclusão é simples: para quem ainda não se adaptou à vida mobile, talvez essa seja uma boa hora para começar a se acostumar, pois a tendência é que a tecnologia invada cada vez mais a rotina das pessoas.
Fonte: http://corretortech.com.br/
Tiago Albuquerque

Plataforma digital poderá diminuir tempo das transações imobiliárias de 30 para 5 dias.


Plataforma digital está sendo implantada em cartórios do País.
Um dos destaques do último dia do Congresso Internacional do Mercado Imobiliário (CIMI) foi a apresentação da plataforma de integração entre os cartórios de todo o Brasil, que promete reduzir prazos de 30 para cinco dias. De acordo com Flauzilino Araújo dos Santos, presidente da Associação dos Registradores Imobiliários do Estado de São Paulo, há conversas com o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) para que o sistema seja implantado no Estado.
Santos explica que o registro eletrônico de imóveis foi criado em 2009 por meio da Lei nº 11977/2009 para facilitar as transações imobiliárias. Ele permite visualização de matrículas, pesquisa eletrônica para localização de titularidade de imóveis, pedidos de certidões digitais de matrículas, entre outros serviços, sem ter que ir ao um cartório, pelo menos na parte de registro. “A eletronificação dessas transações é importante porque diminui o fluxo desses documentos e também, principalmente, a internet permite essa integração entre os estados”.
O procedimento, diz Santos, pode ser feito por qualquer cidadão mediante pagamento em boleto ou pela internet de uma taxa para o serviço, ou com a compra de créditos para futuras consultas. “O prazo normal para registro de títulos é de até 30 dias corridos. Com o procedimento eletrônico, o prazo para registro é de cinco dias. Já a certidão, que leva até cinco dias para ser retirada, poderá ser emitida em duas horas. Isso representa um ponto positivo para o mercado imobiliário e os cartórios no país estão preparados tecnologicamente pra isso”.
O sistema segue em processo de implantação nos cartórios de registro de imóveis do País e, segundo Flauzilino, apenas o Estado de São Paulo dispõe da ferramenta implantada em todos os cartórios. “Essas facilidades eletrônicas são importantes para o desempenho da atividade do corretor de imóveis, que os negócios sejam realizados de maneira mais segura, mais célere”.
No Ceará, Flauzino revela que a conversa com as Corregedorias e o Tribunal de Justiça do Estado seguem adiantadas para implantação. “Há uma necessidade de que em cada estado as Corregedorias normatizem a utilização desse sistema”.
Plataforma digital poderá diminuir tempo das transações imobiliárias de 30 para 5 dias.
SERVIÇO
Consulta ao cadastro nacional é feita online
Por: Yara Peres
Fonte: O Povo Online / http://www.publicidadeimobiliaria.com/
Tiago Albuquerque