terça-feira, 25 de novembro de 2014

Preço de imóveis em São Paulo deve seguir em alta


Para quem está segurando a compra da casa nova porque acredita que os preços irão cair uma má notícia: o valor dos imóveis na Grande São Paulo deve seguir em ALTA, na média, acompanhando a inflação, mesmo com o ritmo fraco da construção (para 2014, a projeção é de crescimento zero no valor agregado dasconstrutoras). A avaliação é do presidente de Economia do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Eduardo Zaidan.
"Regiões demandadas e onde há escassez de terreno ou limitações COMO plano diretor, não têm como cair, pode não subir, mas cair é difícil", comentou. Ele lembrou, porém, que em algumas cidades, onde há sobreoferta de imóveis, como Brasília, Salvador e Curitiba, pode haver queda nos preços.
Zaidan disse que mesmo com a desaceleração observada ao longo dos últimos dois anos, a valorização na média ainda está acima da inflação acumulada. Ele salientou dado do Banco CENTRAL sobre o Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados (IVG-R), calculado com dados de operações definanciamento imobiliário para pessoas físicas, que passou de 15,3%, no acumulado em 12 meses até janeiro de 2012, para 8,1% no acumulado até junho de 2014.
Por Luciana Collet
Fonte: O Estado de S. Paulo/ CTE

Tiago Albuquerque

3 tipos de influência que o cliente sofre antes de comprar o imóvel




Se você embarcou na profissão de corretor de imóveis, precisa estar bem ciente de que a tarefa de vender produtos de altíssimo valor não é fácil, mas é possível desde que você esteja preparado para lidar com inúmeros aspectos que influenciam o comprador.
Digo isto porque é fato que o corretor sempre está lidando diariamente com objeções COMO: preço, localização, tamanho do imóvel e tantos outros argumentos que atrapalham o fluxo da venda. O que talvez você não saiba é que durante a tomada de decisão, o CLIENTE sofre três tipos de influências que podemos classificar como: pessoais, psicológicas e sociais:
Influências pessoais – Renda, idade e sexo formam o conjunto de influências pessoais que interferem na aquisição do imóvel. Por exemplo, a renda é um delimitador do tipo de imóvel que a pessoa poderá COMPRAR. A idade interfere na localização; talvez os jovens queiram morar no litoral e os de mais idade prefiram o interior. Mulheres preferem casas espaçosas para acolher a família.
Influências psicológicas – Experiências passadas, personalidade, crenças e percepção definem como o CLIENTE se comporta no momento de adquirir o imóvel. Se a pessoa teve problemas com o corretor ou conhece alguém que passou por uma dificuldade ao adquirir o imóvel tende a ser mais cética diante do que o corretor diz. A personalidade também influencia. Pessoas ranzinzas e retraídas dificultam o diálogo. A crença de que o país está em crise, diante de uma notícia citada no telejornal gera um empecilho para a aquisição do imóvel.
Influências sociais – São formadas pela cultura, classe social, AMIGOS e família. O círculo social influencia no tipo de imóvel, localização e valor do investimento, pois as pessoas querem parecer com aquelas com quem convivem. O nível cultural e de conhecimento influencia no acabamento definido para o imóvel, decoração e outros fatores. Vale lembrar que não estou generalizando e dizendo que todos os clientes pensam da mesma maneira, mas posso afirmar que a maioria das pessoas são conduzidas de acordo com a influência que sofrem em seus ambientes e suas decisões são baseadas nisto. Um abraço, boas vendas e até a próxima!
Fonte: http://www.publicidadeimobiliaria.com/ Por: André Vinícius 
Tiago Albuquerque

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Nova faixa intermediária será criada para o Minha Casa Minha Vida


PEDIDOS incluem aumento de 15% nos valores das faixas de renda e criação de uma categoria intermediária
O governo da presidente Dilma Rousseff, em seu segundo mandato, terá condições de realizar ajustes em sua política econômica, afirmou o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Cover. Ele considerou positiva a reeleição da petista e destacou a possibilidade de criação de uma nova faixa de renda atendida pelo programa Minha CASA Minha Vida.
“Para a construção o resultado das eleições foi positivo e devemos voltar a crescer já em 2015,” disse COVER em entrevista ao BROADCAST, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Neste ano, a Abramat prevê um recuo do setor de material de construção de até 4%.
COVER destacou a ampliação do Minha Casa Minha VIDA, prometida por Dilma em sua campanha, como um importante motor de crescimento para o setor. Ele afirmou também que pode ser criada uma faixa intermediária, para reduzir o custo de financiamento para quem recebe menos de R$ 3.100,00.
Durante a disputa eleitoral, Dilma afirmou que iria aumentar o ritmo de construção de moradias populares, de 450 mil por ano para cerca de 800 mil. Segundo Cover, esse crescimento deve dobrar a demanda do PROGRAMA por materiais de construção. O presidente da associação lembrou também que, em reunião com entidades do setor, Dilma sinalizou que o governo concentraria sua atenção na construção de casas para famílias com renda até R$ 1600, a chamada faixa 1 do Minha Casa Minha Vida.
Para Cover, o governo precisa acabar com o clima de desconfiança na economia, ampliar as parcerias com o setor privado e ajustar os níveis do câmbio e dos juros. Medidas que, segundo ele, já foram sinalizadas pela presidente durante sua campanha e em seu discurso após a vitória. “Acho que o governo Dilma está preparado para tratar desses assuntos”, afirmou o presidente da associação. “O governo, no nosso entendimento, vai cuidar de uma maneira diferente da economia.”
De acordo com Cover, o segundo mandato da presidente deve ser marcado pela participação cada vez maior do setor privado nos investimentos de infraestrutura por meio de parcerias com o governo, o que deve aumentar o número de obras marcadas para os próximos anos.
Ele considera que Dilma já vem sinalizando para um diálogo mais próximo com as forças produtivas. “Principalmente nas obras de maior envergadura, vamos ter uma evolução maior da participação desses arranjos entre governo e setor privado”, disse Cover. “Pela questão fiscal, haverá uma pressão maior sobre os gastos do governo e, do outro lado, as empresas precisarão investir em infraestrutura para crescer”.
As incertezas do empresariado e das famílias, segundo ele, também devem ser amenizadas com o fim da disputa eleitoral. Para Cover, a indefinição política foi responsável por boa PARTE dos atrasos das obras neste ano e esse cenário apresentará melhoras já no ano que vem. Com a eleição finalizada, a demanda por crédito imobiliário também deve aumentar.
Segundo o presidente da Abramat, o anúncio da saída do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ajuda a acalmar a desconfiança do mercado, mas não basta. O governo teria que adotar uma comunicação MAIS clara e uma política econômica que caminhe na direção estabelecida para reconquistar a confiança do empresariado.
Fonte: Estadão / Mercado Imobiliário
Tiago Albuquerque

Empreiteiro diz que pagou R$ 8,8 mi em propina

Defesa do diretor da Galvão Engenharia, Erton Medeiros Fonseca, anexou ao inquérito notas fiscais de pagamento de propina a um emissário de Renato Duque, ex-gerente de Serviços da Petrobras

Laryssa Borges, de Brasília

Preso na sétima fase da Operação Lava Jato, o diretor da Divisão de Engenharia Industrial da empresa Galvão Engenharia, Erton Medeiros Fonseca, afirmou à Justiça que a empreiteira pagou 8,8 milhões de reais, de 2010 a 2014, em propina para um emissário da diretoria de Serviços da Petrobras, comandada por Renato Duque, indicado pelo PT para o CARGO. 
A defesa de Erton Fonseca enviou notas fiscais e tabelas que, segundo o empreiteiro, comprovam a cobrança e o pagamento de propina. Ele afirma que “a Galvão Engenharia foi impingida a pagar à empresa LFSN Consultoria Engenharia entre os anos de 2010 e 2014, por determinação de Shinko Nakandakari”. O último repasse, segundo os comprovantes anexados pela empreiteira ao inquérito, são de junho deste ano, quando a Lava Jato já havia sido deflagrada.

Nas notas fiscais da LSFN Consultoria Engenharia, a empresa chega a discriminar os impostos supostamente pagos sobre o valor total da propina. Para dar ares de veracidade, a empresa cita legislações tributárias para simular o recolhimento, por exemplo, de Imposto de Renda. O valor líquido dos comprovantes seria de 8,317 milhões de reais.
Nakandakari é apontado COMO o responsável por recolher os recursos ilegais cobrados das empresas interessadas em participar de obras envolvendo a Petrobras. De acordo com as investigações, ele se apresentava como emissário da diretoria de Serviços da Petrobras, comandada por Duque.

Leia também: As contas bancárias dos integrantes do clube do bilhão
Empreiteiras investigadas dominam obras públicas no Brasil
O braço direito de Renato Duque na diretoria da ESTATAL, Pedro Barusco, ex-gerente de Serviços, assinou um acordo de delação premiada, confessou que participava ativamente da cobrança de propina na petroleira e se propôs a devolver quase 100 milhões de dólares – a maior cifra a ser devolvida até o momento pelos investigados da Lava Jato.
A apresentação de DOCUMENTOS pela Galvão Engenharia é uma tentativa da defesa de afirmar que está colaborando com as investigações e que, por isso, a prisão de Erton Fonseca não seria mais necessária.
Segundo a versão do representante da empreiteira, havia “efetiva ameaça de retaliação” e uma pressão de “maneira arbitrária, ameaçadora e ilegal” para que os pagamentos dos valores fossem realizados. Em sua manifestação à Justiça Federal do Paraná, o dirigente se propõe a participar de uma acareação com o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto COSTA e com o doleiro Alberto Youssef para comprovar suas informações. Costa e Youssef são os principais delatores do esquema bilionário de desvio de recursos públicos e fraude em licitações envolvendo a estatal do petróleo. Ambos aceitaram fazer acordos de delação premiada em troca de benefícios judiciais.
Em novos documentos encaminhados à Justiça nesta segunda-feira, a Galvão Engenharia ainda apresenta REGISTROS de que não teria participado de determinadas obras, indicando que a participação em empreendimentos estava condicionada ao pagamento de propina. Em um dos casos, o de contratação de tubovias para o Complexo Petroquímico do RIO DE JANEIRO (Comperj), a empresa diz ter vencido o certame, mas depois foi inabilitada pela Petrobras por “inexequibilidade da obra”. O caso foi analisado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que afirmou que “a comissão de licitação, sem motivo fundamentado, deixou de acolher proposta que traria economia à Petrobras da ordem de 163 milhões de reais”. 

Os principais personagens da Operação Lava Jato da PF

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Paulo Roberto Costa

Indicado pelo PP à diretoria de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa é um dos pivôs do esquema de lavagem de dinheiro. Ao lado do doleiro Alberto Youssef, montou um esquema de desvio de recursos da estatal para enriquecimento próprio e para abastecer o bolso de políticos e partidos da BASE aliada. Isso era feito com a assinatura de contratos fictícios, simulando a prestação de serviços entre empresas de fachada e as empreiteiras envolvidas, sempre com a finalidade de dar aparência legítima ao dinheiro desviado. Foi preso em março de 2014 e solto três meses depois, por ordem do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal. Em junho, contudo, voltou para a cadeia por esconder da Justiça que possuía 23 milhões de dólares depositados em bancos suíços. Optou por selar acordo de delação premiada com a Justiça e, em depoimento, arrastou para o centro do escândalo três governadores, um ministro, seis senadores, 25 deputados federais e três partidos políticos (PT, PMDB e PP). Ao desvendar as engrenagens do petrolão, revelou um cartel de grandes empreiteiras que escolhia as obras, decidia quem as executaria e fixava os preços. As empreiteiras superfaturavam os custos e repassavam até 3% do valor dos contratos para os “agentes políticos”. Revelou também os nomes dos operadores dos partidos no esquema, entre eles o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, responsável por receber e administrar o dinheiro desviado da Petrobras para a sigla. Depois de homologado o acordo de delação pelo STF, passou a cumprir prisão domiciliar. 

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/empreiteiro-diz-que-pagou-r-88-mi-em-propina

Tiago Albuquerque

Corretor de Imóveis – Planejamento da Entrevista de Venda


POR  · 24 DE NOVEMBRO DE 2014


A entrevista com os clientes para FECHAR uma venda deve ser construída, com planejamento, foco e objetivos definidos para cada reunião.
Ao receber um CLIENTE na mesa do plantão o corretor fica todo feliz, dez minutos depois, o CLIENTE vai embora e não foi fechado nenhum compromisso ou acordo, a responsabilidade é principalmente do corretor que não identifica as oportunidades para direcionar a Entrevista de Venda.
O primeiro momento é da APRESENTAÇÃO onde o corretor se apresenta e pergunta ao cliente quem eles são, após a troca de contatos o corretor deve definir um FOCO pautado em cima das informações que o cliente passou, ou seja, qual o produto que ele procura e quais outras opções de aproximariam dele.
Num segundo momento é a CONTINUIDADE da apresentação dos produtos onde o fator CONFIANÇA entra em cena, o corretor deve ter conhecimento total do produto e apresentar literalmente “sem medo de ser feliz”.
Após a apresentação geralmente aguardamos alguns minutos para o CLIENTE processar as informações e formular as perguntas que ele ainda não conseguiu respostas, neste momento a parte onde 95% das vendas caem à REVERSÃO das contra argumentações do cliente, neste momento evite dizer NÃO, e principalmente auxilie o cliente a enxergar outras perspectivas onde você pode construir novas formas de dizer o que você precisa sem destruir a imagem de confiança que você está mostrando.
Após reverter os questionamentos é o momento de iniciar a parte final da entrevista, de um DESTAQUE ao cliente e ao trabalho que você irá realizar na próxima entrevista, que geralmente acontece visitando o imóvel ou obra, e FINALIZE a entrevista definindo junto com o cliente qual o objetivo da próxima entrevista  e qual a data que ela ocorrerá.
Sempre que estiver entrevistando um cliente lembre-se você está FECHANDO UM NEGÓCIO será que o cliente está pensando a mesma coisa, seja objetivo e claro que você não pode perder tempo e que a qualidade do seu trabalho está diretamente ligada as respostas que ele vai fornecer nas entrevistas.
Seja confiante e Sucesso!
Rodolfo G. DANIELS Jr
Gerente de MARKETING Grupo Feltrin/SC.
Consultor Daniels Special Strategies.
20 anos de experiência comercial.
10 anos na Construção CIVIL.
Formado e pós graduado em MARKETING.
Fonte: http://www.publicidadeimobiliaria.com/
Tiago Albuquerque